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Dib Lutfi

Factos Rápidos

Data de Nascimento

22/09/1936 (90 anos)

Localidade

Marília, São Paulo, Brazil

Carreira

Camera

Personalidade Wareztuga

Dib Lutfi

Trajetória e Biografia

Dib Lutfi foi um diretor de fotografia e cinegrafista do cinema brasileiro. Mudou-se para o Rio de Janeiro no fim da adolescência. Em 1957, começou a trabalhar como câmera na TV Rio. Seu primeiro contato com o cinema se deu num seminário promovido pelo Itamaraty em 1962 com o sueco Arne Sucksdorff, com quem trabalharia em seguida como assistente de câmera no longa-metragem "Fábula - Minha casa em Copacabana" (1964). Mas foi com "O Menino da Calça Branca" (1963), de seu irmão Sérgio Ricardo, que estreou como cinegrafista de cinema. Foi um dos responsáveis pela consolidação da estética do Cinema Novo, representada pelo lema "uma câmera na mão e uma ideia na cabeça". Trabalhou com diretores como Nelson Pereira dos Santos (em Fome de Amor, de 1968, e Azyllo Muito Louco, de 1969, ambos premiados com o Candango de melhor fotografia no Festival de Brasília), Arnaldo Jabor (Opinião Pública, de 1967, O Casamento, de 1975, e Tudo Bem, de 1978, este também premiado em Brasília), e Ruy Guerra (Os Deuses e os Mortos, 1970, igualmente premiado em Brasília). A sua habilidade com a câmera na mão chamou a atenção de Glauber Rocha, que o convidou paraoperar a câmera de Terra em Transe (1967). Trabalhou ainda nos filmes "ABC do amor" (1966), de Eduardo Coutinho; "Edu, coração de ouro" (1967), "Feminices" (2004) e "Carreiras" (2005), de Domingos Oliveira; "Os herdeiros" (1970), "Quando o carnaval chegar" (1972) e "Joana Francesa" (1973), de Carlos Diegues; "Como era gostoso o meu francês" (1970), de Nelson Pereira dos Santos; "A lira do delírio" (1973), de Walter Lima Jr.; "Pra frente, Brasil" (1981), de Roberto Farias; "Harmada", de Maurice Capovilla; "Vida e obra de Ramiro Miguez" (2002), de Alvarina Souza Silva; e "500 almas" (2004), de Joel Pizzini. Foi seis vezes premiado no Festival de Brasília e quatro vezes pelo Instituto Nacional de Cinema. Em 2002, recebeu o Prêmio ABC de Cinematografia pelo conjunto da sua obra. Aposentado, Dib Lutfi viveu no Retiro dos Artistas até sua morte em 26 de outubro de 2016, vítima de pneumonia, decorrente de complicações provocadas pelo mal de Alzheimer .

Atuações de Destaque

Onde esta estrela brilhou mais alto

Cinematografia
0.0

2008

Cinematografia

Iluminados
9.0

2007

Iluminados

TOP
Depois do Transe
2.0

2006

Depois do Transe

Peréio, Eu Te Odeio!
8.0

2023

Peréio, Eu Te Odeio!

Arne Sucksdorff: Uma Vida Documentando a Vida
6.0

2004

Arne Sucksdorff: Uma Vida Documentando a Vida

Dib
8.0

1997

Dib

Visão Criativa

Créditos em realização e produção

O Azarento: Um Homem de Sorte
7.0

1974

O Azarento: Um Homem de Sorte

Aventuras d'um Detetive Português
9.0

1975

Aventuras d'um Detetive Português

TOP
Manual de Barros - Retrato do poeta quando coisa
0.0

2006

Manual de Barros - Retrato do poeta quando coisa

Reidy - A Construção da Utopia
6.0

2009

Reidy - A Construção da Utopia

Ausência
0.0

2004

Ausência

Carreiras
6.0

2005

Carreiras

Samba
0.0

2001

Samba

Fala Brasília
0.0

1966

Fala Brasília

Edu, Coração de Ouro
7.0

1968

Edu, Coração de Ouro

Na Rota do Vento
0.0

2019

Na Rota do Vento

Mitt hem är Copacabana
6.8

1965

Mitt hem är Copacabana

Aguenta, Coração
6.0

1984

Aguenta, Coração

Viver de Morrer
10.0

1969

Viver de Morrer

TOP
Daniel, Capanga de Deus
9.0

1978

Daniel, Capanga de Deus

TOP
Das Unheil
5.1

1972

Das Unheil

Harmada
4.8

2003

Harmada