Começou a sua carreira com oito anos de idade como intérprete de peças e folhetins na Emissora Nacional, em 1952. Em 1957 estreia-se como actor no Teatro Nacional D.ª Maria II com a peça D.ª Inês de Portugal. Em 1958 é o protagonista do primeiro folhetim feito em directo e produzido pela RTP, intitulado Enquanto os Dias Passam. Um ano depois ingressa no Teatro Popular, companhia dirigida pelo mestre Francisco Ribeiro (Ribeirinho). Depois de uma passagem pelo Brasil, onde trabalhou em vários teatros do país, regressa a Portugal onde funda (juntamente com Irene Cruz, Morais e Castro e Rui Mendes) o Grupo 4, uma sociedade independente de actores que mais tarde daria origem ao Teatro Aberto. Em 1973 afasta-se da representação e estreia-se na encenação, actividade que abraçou até aos dias de hoje. Foi premiado com distinções de melhor encenador e melhor espetáculo, pela Associação Portuguesa de Críticos, Globos de Ouro, Secretaria de Estado da Cultura, Casa da Imprensa, Câmara Municipal de Lisboa e diversos títulos da imprensa. A 9 de junho de 1993, foi agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Mérito.
Onde esta estrela brilhou mais alto